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quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

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Gleica Granger

Amor “Heros”

Uma prévia do que vamos ter essa semana. Falaremos do amor Heros (homem e mulher), nada mais justo, que vocês passem a conhecer o mito que deu origem a este nome.



Hero e Leandro 

O sol começava a despontar lentamente no estreito de Helesponto, que separa a Europa da Àsia. Uma moça, chamada Hero, subia lentamente as escadas que levam ao topo do farol sorrindo lentamente. Chegando ao topo do farol, Hero lançou as vistas para fora.Suas narinas freminaram, aspirando levemente o ar acre do fim da tarde.Olhou para a chama do pavio da grande lanterna, que iluminava o mundo, estava quase apagada e avivou-la de novo.Hero permaneceu um longo tempo pendurada no parapeito, quando de repente ela foi despertada por um ligeiro espanejar em meio ás águas, que estavam incólumente calmas.Pensou: é ele com toda certeza.De fato, com uma categoria impressionante Leandro, vinha nadando entre as ondas com vigor e regularidade.A jovem, com um grito de satisfação, lançou-se em direção da escadaria, descendo com agilidade por uma corda.Hero aguardava na praia a chegada de Leandro, segurando seu manto, pois ele vinha nu, para facilitar o contato com as ondas do mar.Vencida as ondas, Hero corre ao encontro de Leandro, deixando cair na areia as vestes de Leandro e também as suas.
Leandro pronuncia suas palavras: Consegui, mais uma vez! E toma o rosto da jovem com suas mãos.Hero responde-lhe sorridente: _ Que bom! E beijaram-se, retirando-se para a casa da moça que morava sozinha na ilha.Enamoraram-se febrilmente.
Já de madrugada, Hero, acariciando os longos cabelos de Leandro diz-lhe que não quer que ele repita as palavras que disse ao sair do mar--Consegui mais uma vez!--.Leandro pergunta-lhe por quê.
_Por que dá impressão que um dia você não vai conseguir.Leandro colocou o dedo indicador nos lábios de Hero e disse-lhe, confiante, típico da juventude:
--Não diga tal coisa, eu sempre conseguirei. E logo depois partiu novamente ao mar, deixando o manto nas mãos de Hero, que do parapeito, observava o corpo másculo do amante desaparecer suavemente entre as ondas.Passou então a contar as horas esperando anoitecer para o retorno do amado.
Quando o sol se pois, porém foi logo coberto por uma espessa camada de nuvens, surgida de lugares distantes.Júpiter, em sua fúria, não se sabe por que, mandava raios e trovões, que ofuscavam o brilho da luz do farol.Ao mesmo tempo, os ventos viravam e reviravam as ondas do Helesponto, numa fúria incontrolável, lançando-se em todas as direções.Começou então a chover, com uma intensidade jamais vista.
Hero, apavorada no farol pensava em Leandro, correndo para o farol para lançar mais lenha, mantendo a chama acesa.Mas uma onda monstruosa arremeteu-se para dentro do farol, apagando e inundando tudo.Hero, preocupada, buscava respostas, refletia.De repente, tudo se dissipou, as nuvens, a água, os raios e trovões, tudo cessou.Hero, aguardou muito tempo sentada no parapeito do farol, até que viu algo boiando nas águas: era o corpo de Leandro, que vinha sendo trazido lentamente para a praia.A moça, mais pálida que a luz, desceu num vento as escadas do farol e contrariando seus modos de timidez e discrição, soltou um berro pavoroso e colou sua boca ao peito de leandro, nu e sem vida.
Chorou amargamente e depois pegando o corpo de Leandro atirou-o ao mar, sem ânimo para lamentações. Depois subiu o penhasco mais alto do farol, com uma fria determinação.Uma vez no topo, com os pés e mãos machucados, a jovem Hero ergueu o rosto para a noite estrelada, que se aproximava.Seus próprios olhos eram duas estrelas, que brilhavam em meio á noite que se comparavam com os seus cabelos negros e revoltos.Por um momento as duas noites se encaravam, embora a face trágica de Hero demonstrasse força e determinação, ao deixar-se cair no abismo do mar.

Fonte: http://pt.shvoong.com/books/mythology-ancient-literature/1700959-hero-leandro/#ixzz2to9raxLA

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Dia de san Valentín ou Valentine’s Day



Hoje (14 de fevereiro) em alguns países esta sendo comemorado o dia de San valentín ou Valentine’s day (dia dos namorados no Brasil). Cada país comemora de sua forma, com troca de presentes, jantares a luz de velas e declarações de varais formas.
 Uma das formas mais curiosa que encontrei em minhas pesquisas foi a forma que comemora na Grã Betanha e na Italia, as moças solteiras acordam cedo, se arrumam e ficam em suas janelas esperando um homem passar e pedir sua mão em casamento, segundo o costume esse homem será “o homem de sua vida”.
Então garotas vão abrir suas janelas nesse dia dos namorados, entreguem como presentes flores com significados nobres. Segue abaixo uma lista de flores e seus significados, algumas flores são difíceis de encontrar, vocês podem substituir por um quadro pintado com a flor desejada ou até mesmo um desenho feito a próprio punho, é só usar a criatividade. 

“Não se preocupe se as flores murcharem, seu gesto sera lembrado eternamente e hoje poderá ser o primeiro de muitos dias dos namorados com seu eterno amor!”
 Tâmara Costa

“A essência do significado de cada flor está em algum lugar dentro de seu caule forte, no conjunto macio de suas pétalas.“ A linguagem das Flores (Adaptação Gleica Granger)

Agapanto (Agapanthus)…carta de amor

Brinco-de-princesa (Fuchisia)…amor humilde

Bunganvile (Bougainvillea)…paixão
Cactus (Opuntia)…amor ardente
Camélia (Camellia)…meu destino está em suas mãos  

Cravina (Dianthus)…amor puro


Cravo rosa (Dianthus caryophyllus)…nunca esquecerei você

Cravo-de-amor (Gypsophila paniculata)…Amor eterno

Dafne (Daphne)… gosto de você como você é

Frésia (Freesia)…amizade duradoura

Gerânio cheiroso (pelargonio)…amizade verdadeira

Junquilho (Narcissus junquilla)…desejo

 Use sua criatividade e junte significados em um lindo buquê

Feliz dia de san Valentín!









quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

A linguagem das Flores

Narciso 

A flor narciso de acordo com a linguagem das flores do período Vitoriano do século XIX na Inglaterra, significa: 

Recomeço.

Fonte: Livro A linguagem das Flores de Vanessa Diffenbaugh

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Un sol de felicidad




Un bello día mi amigo me escribió:
“No llores por cosas pequeñas,
Más sonría por cualquier cosa.”
Cuando sonreímos es como magia,
Somos envueltos de felicidad,
Nos tornamos como el sol
Brillando en el alto del cielo,
Y con esto es posible iluminar otras personas
Que necesitan de un poquito del brillo de la felicidad.
Gleica Granger